Execução técnica de pisos, paredes e bancadas em cimento queimado, microcimento e texturas urbanas com selagem hidrofóbica .
Sistemas cimentícios contínuos projetados para conferir visual sofisticado, resistência ao atrito e toque acetinado.
O revestimento em **Cimento Queimado** consolidou-se como um dos principais elementos da arquitetura moderna e do design industrial de luxo. Longe de ser uma simples mistura artesanal de obra, o sistema contemporâneo baseia-se em argamassas poliméricas modificadas ou microcimentos de altíssima performance. Nossos projetos transformam pisos residenciais, paredes de destaque, fachadas e bancadas comerciais em superfícies monolíticas contínuas, eliminando a poluição visual provocada por linhas de rejunte.
A aplicação técnica do cimento queimado exige extremo controle de espalhamento, habilidade manual no espatulado para garantir nuances homogêneas ("manchas" estéticas naturais) e um rigoroso protocolo de cura e selagem química. Nossa metodologia assegura superfícies altamente resistentes a riscos e tráfego, protegidas por vernizes de poliuretano contra absorção de líquidos, óleos ou sujidades cotidianas.
Utilização de revestimentos ultrafinos de alta aderência (espessura de 2mm a 3mm), ideais para cobrir azulejos antigos em reformas limpas sem quebra-quebra.
Aplicação manual executada por profissionais especializados, calando o espatulado para obter o padrão de manchas e texturas desejado pelo projeto arquitetônico.
Proteção da superfície com vernizes de Poliuretano (PU) alifático de alta densidade, blindando o piso contra infiltrações de água, gordura e raios UV.
Inclusão de telas técnicas de fibra de vidro na camada base do piso, absorvendo micro-movimentações do contrapiso e evitando fissuras por tração.
Garantia contra desplacamento através de rigoroso controle de cura e flexibilidade polimérica.
A execução de pisos e superfícies decorativas em cimento queimado segue rígidos padrões construtivos. Avaliamos a dureza e a coesão do contrapiso subjacente antes de qualquer aplicação, tratando preventivamente trincas estáticas e respeitando com precisão cirúrgica as juntas de dilatação estrutural preexistentes no edifício.
Nossos polímeros de mistura conferem flexibilidade mecânica à camada cimentícia, permitindo que o revestimento acompanhe as sutis variações térmicas diárias da região sem sofrer trincas estruturais, descascamentos ou perda de aderência por cisalhamento.
Lixamento diamantado para remoção de resíduos e abertura de poros, seguido da aplicação de primer promotor de aderência técnica (ancoragem).
Aplicação espatulada de duas a três demãos do composto cimentício polimérico, lixando levemente entre demãos para refinar o toque e desenhar as nuances.
Aplicação de selador acrílico de penetração e acabamento final com duas demãos de verniz PU fosco, acetinado ou brilhante para impermeabilização total.
O cimento queimado tradicional era feito jogando pó de cimento puro sobre uma argamassa de areia ainda úmida ("queimando" com colher de pedreiro), o que gerava um piso muito rígido e propenso a rachaduras. O cimento queimado moderno é um composto industrializado pré-misturado, aditivado com polímeros sintéticos, resinas e fibras que conferem flexibilidade, excelente aderência e controle total de fissuração.
O microcimento é uma evolução técnica do cimento queimado. É um revestimento bicomponente (pó cimentício fino + resina líquida) aplicado em espessuras milimétricas (2mm a 3mm). Sua grande vantagem é o altíssimo poder de ancoragem química, permitindo aplicação sobre superfícies cerâmicas, porcelanatos, pedras, MDF e rebocos sem a necessidade de quebrar os materiais antigos.
Por ser um material de base cimentícia, existe sim uma tendência natural à microfissuração por retração ou movimentação térmica. Para mitigar isso, a engenharia utiliza produtos industrializados poliméricos flexíveis, aplica uma **tela técnica de fibra de vidro** estruturante entre as demãos de base e respeita rigorosamente as juntas de dilatação do contrapiso antigo.
Sim, é perfeitamente possível, desde que seja utilizado um sistema de microcimento específico para áreas úmidas e que a **impermeabilização de base** (membrana elastomérica) tenha sido executada perfeitamente. A selagem final com vernizes de poliuretano bicomponente (PU) deve ser impecável para impedir que a água penetre no revestimento cimentício.
O nível de atrito da superfície depende do verniz de proteção escolhido. Vernizes de alto brilho tendem a ser mais lisos quando molhados. Para pisos e áreas de circulação , a engenharia recomenda o uso de vernizes protetores com acabamento **Fosco** ou **Acetinado**, que mantêm o atrito natural antiderrapante do cimento, garantindo segurança ao caminhar.
O cimento por si só é um material poroso e absorvente. Se cair café, vinho, óleo ou urina de pet no cimento sem proteção, a peça manchará permanentemente. O verniz de poliuretano atua como uma barreira física vítrea e impermeável, fechando 100% dos poros superficiais e tornando o piso totalmente imune a manchas e fácil de higienizar.
Manchas escuras localizadas costumam ser causadas por umidade ascendente vinda do contrapiso (falha de impermeabilização da laje). Já manchas esbranquiçadas (eflorescências) ocorrem quando a água dissolve os sais do cimento e evapora na superfície. Manchas decorativas suaves (nuances de tom), por outro lado, são normais e fazem parte do charme estético do produto.
Sim, perfeitamente. O drywall aceita muito bem os efeitos de cimento queimado de parede (que costumam ser texturas acrílicas ou microcimentos leves). O protocolo técnico exige apenas o tratamento perfeito das juntas das placas com fita e massa de drywall, seguido da aplicação de um primer selador de parede para homogeneizar a absorção da placa.
O processo completo costuma levar de 4 a 6 dias de execução técnica. Isso ocorre porque o sistema exige tempos de secagem rigorosos entre as demãos de base, demãos de acabamento, tempo de lixamento fino e, por fim, o intervalo de cura dos vernizes de poliuretano, que não podem receber umidade precoce.
A limpeza deve ser feita apenas com vassoura de cerdas macias ou aspirador de pó, seguido de pano úmido com água e sabão ou detergente neutro. Nunca devem ser utilizados produtos químicos agressivos como água sanitária, cloro, ácidos, desengordurantes fortes ou limpa-pedras, pois esses produtos corroem a película protetora do verniz PU.
Em pisos de cimento queimado residenciais de alto tráfego, a aplicação periódica de cera acrílica incolor (específica para pisos monolíticos) é altamente recomendada. A cera atua como uma camada de sacrifício por cima do verniz de poliuretano, absorvendo os riscos de sapatos e sapatilhas e prolongando o brilho e a vida útil do verniz original.
A textura de parede (efeito visual) geralmente é uma massa acrílica pastosa decorativa, fina e leve, desenvolvida apenas para resistir ao toque e intempéries verticais. O cimento queimado de piso (ou microcimento estrutural) contém cimentos especiais, quartzo e aditivos de alta resistência à compressão e abrasão mecânica, sendo feito para suportar o peso de passos e móveis.
Sim, desde que o fabricante especifique o produto para uso externo e que seja aplicado um verniz protetor com filtro solar contra raios UV (evitando o amarelamento). Para áreas descobertas expostas à chuva , recomenda-se aplicar uma textura espatulada mais rústica ou antiderrapante para evitar escorregões.
Se o contrapiso estiver fraco ou esfarelando, o cimento queimado irá desplacar e soltar junto com a crosta fraca do chão. A engenharia corrige isso realizando um lixamento pesado para remover as partes soltas e aplicando um **Primer Endurecedor de Superfície** ou primer epóxi estrutural para consolidar as partículas de areia antes do revestimento.
As juntas de movimentação do contrapiso antigo devem ser rigorosamente respeitadas e copiadas para o cimento queimado novo. Após a aplicação do revestimento decorativo, a junta é reaberta com serra diamantada fina e preenchida com um selante flexível de poliuretano (PU) na cor aproximada do piso, permitindo a movimentação sem trincar a estética monolítica.
Graças aos pigmentos minerais industriais estáveis, hoje é possível executar o cimento queimado em uma ampla paleta de cores. Além dos tradicionais Cinza Claro, Cinza Crômio e Grafite, existem opções modernas como fendi, bege, areia, terracota, branco prime e tons pastéis, adaptando-se a qualquer conceito de design de interiores.
O microcimento estrutural de alta performance possui excelente resistência à compressão (frequentemente superior a 25 MPa). No entanto, impactos pontuais severos (como a queda de ferramentas pesadas de ferro) podem amassar ou lascar o revestimento, da mesma forma que ocorreria com o esmalte de um porcelanato ou uma pedra natural.
Sim, os sistemas modernos de microcimento possuem aditivos flexíveis que permitem a ancoragem em superfícies de madeira ou MDF estáveis (que não sofram flexão mecânica excessiva). É uma solução arquitetônica fantástica para criar tampos de mesas e bancadas de cozinhas com visual de concreto maciço monolítico, porém com leveza estrutural.
O investimento por metro quadrado reflete a alta especialização da mão de obra artesanal e o custo dos polímeros químicos importados ou nacionais de alta tecnologia. O valor técnico justifica-se plenamente pela economia gerada ao eliminar custos de demolição de pisos velhos, caçambas de entulho e assentamento tradicional de novas peças.
O cimento queimado de piso exige precisão cirúrgica na avaliação de umidade, uso de maquinários industriais de lixamento e domínio absoluto sobre a química de cura e selagem com vernizes PU. Um erro de dosagem ou de espatulado gera manchas escuras irreversíveis ou desplacamentos graves. Contratar uma empresa de engenharia garante conformidade técnica, paginação correta de juntas e uma superfície contínua impecável com total garantia civil .